Dr. Celso Mangili apresentando implante mamário a uma paciente
Cirurgião Plástico · Araguaína - TO

Sua transformação,
acompanhada do início
ao final da recuperação.

Para mulheres que buscam resultados naturais, segurança técnica e um cuidado humano que não as deixa sozinhas em nenhuma etapa da jornada.

+0
Anos de experiência
+0
Pacientes atendidas
0%
Acompanhamento pós-op
Sobre

A trajetória por trás do cuidado: conheça o Dr. Celso Mangili.

Dr. Celso Mangili Eulálio é natural de Santo André – SP, mas viveu a maior parte de sua adolescência e juventude em São José do Rio Preto – SP, onde formou-se médico no ano de 1.994 pela FAMERP (Faculdade de Medicina de S. J. R. P.). Optou pelas especialidades cirúrgicas e cursou residência médica em cirurgia geral, ainda em São José do Rio Preto, durante os anos de 1.995 e 1.996. Nesse período travou contato mais estreito com a cirurgia plástica, especialidade que escolheu abraçar. No início de 1.997 mudou-se para Santos – SP a fim de especializar-se pela Universidade Sta. Cecília, lá residindo até o final de 1.999.

Ao término desse período, retornou a S. J. Rio Preto, onde permaneceu por mais 5 anos até decidir mudar-se para a cidade de Araguaína (Tocantins) no início de 2.005, em busca de maior crescimento profissional. No mesmo ano recebeu a qualificação de Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o degrau mais alto na hierarquia científica da instituição. Atuou no sistema público de saúde através do Hospital Regional de Araguaína, tendo realizado diversos tipos de cirurgias plásticas reparadoras, entre os anos de 2.005 e 2.014, mas optou por dedicar-se exclusivamente à sua clínica particular (Clínica Lumni), inaugurada em 2.013.

Além da cirurgia plástica, tem também um grande interesse no comportamento humano, tendo realizado vários cursos de formação envolvendo inteligência emocional e análise comportamental, culminando com a pós-graduação em neurociência, concluída em 2.023. No universo da cirurgia plástica sua prioridade está nas cirurgias mamárias estéticas.

Especialista
Foco em cirurgia de mama
Acolhimento
Suporte em todas as etapas
Resultados
Naturais e harmoniosos
Dr. Celso Mangili, cirurgião plástico
Procedimentos

Cada procedimento, uma jornada acompanhada.

Da primeira consulta ao último retorno pós-operatório, você é acompanhada por uma equipe que prioriza sua segurança e o resultado que valoriza quem você é.

Mamoplastia de Aumento

Mamoplastia de Aumento

Mamoplastia de aumento é a cirurgia para inserir próteses mamárias, sem remover pele. Ideal para a mulher que não tem flacidez, mas deseja harmonizar o contorno corporal e incrementar o volume das mamas. O foco é escolher um implante que ofereça naturalidade e segurança, respeitando as proporções individuais.

Sinta-se confiante em qualquer look, desde o biquíni até o traje de gala, com curvas que refletem sua melhor versão.

Quero Agendar uma Consulta
Mastopexia

Mastopexia

Com o tempo, gestações ou oscilações de peso, a pele adquire flacidez. A mastopexia reposiciona o tecido mamário, elevando as mamas para uma projeção mais jovial.

Recupere o colo firme e o posicionamento ideal das mamas, devolvendo a jovialidade ao seu busto.

Quero Agendar uma Consulta
Mamoplastia Redutora

Mamoplastia Redutora

Muito além da estética, esta cirurgia foca no alívio e elegância. Reduzir o volume excessivo melhora a postura, dores nas costas e permite que as roupas tenham o caimento perfeito em um corpo mais equilibrado.

Liberte-se do peso excessivo e conquiste uma silhueta leve, proporcional e elegante.

Quero Agendar uma Consulta
Ressecção de Ginecomastia

Ressecção de Ginecomastia

Um procedimento voltado ao público masculino, mas frequentemente pesquisado por parceiras. Trata o crescimento excessivo da glândula mamária nos homens, devolvendo um tórax plano e definido.

Recupere a liberdade de usar roupas justas ou frequentar ambientes de lazer sem qualquer constrangimento.

Quero Agendar uma Consulta
Mamas Extranumerárias

Mamas Extranumerárias

Você já sentiu um desconforto ou percebeu um volume nas axilas que se intensifica no período pré-menstrual? Essa pode ser a manifestação de uma mama extranumerária — tecido glandular acessório que se desenvolve durante a formação embrionária. Presente em cerca de 1% a 5% da população, a condição pode se manifestar como um pequeno volume, uma aréola rudimentar, ou até um mamilo extra na região axilar. Apesar de benigna, pode gerar desconforto físico, inchaço cíclico, irritação local e, principalmente, constrangimento estético que limita a escolha de roupas sem mangas, decotes e biquínis. O tratamento cirúrgico consiste na remoção completa do tecido glandular acessório, com cicatrizes estrategicamente posicionadas para serem discretas.

Liberte-se do incômodo e da preocupação com volumes indesejados nas axilas. Sinta-se segura para usar regatas, vestidos sem manga e biquínis com a confiança que você merece.

Quero Agendar uma Consulta
Diferenciais

Por que pacientes escolhem este cuidado.

Acompanhamento presente

Suporte real e próximo durante todo o pós-operatório, até a recuperação final.

Segurança técnica

Rigor cirúrgico, planejamento individual e protocolos rigorosos em cada etapa.

Resultados naturais

Estética que respeita sua identidade — você ainda mais você, nunca artificial.

Especialização em mama

Foco profundo em uma especialidade traz domínio técnico e previsibilidade de resultado.

Canal direto com o cirurgião

Você não fala apenas com a equipe — tem acesso direto ao seu médico quando precisar.

Jornada planejada

Cronograma claro, expectativas alinhadas e nenhuma surpresa no caminho.

Depoimentos

Histórias de confiança.

"O que mais me marcou foi sentir que o Dr. Celso estava presente em cada etapa. O resultado é exatamente o que sonhei — natural, harmônico e meu."

Mariana C.
FAQ

Perguntas frequentes.

Somente os médicos que fizeram 2 anos de residência em cirurgia geral e 3 anos em cirurgia plástica reconhecida pelas autoridades competentes (MEC ou SBCP), submeteram-se e foram aprovados nos exames para obtenção de título de especialista e registraram esse título junto à AMB podem se proclamar cirurgiões plásticos. Você pode verificar essas credenciais no site do CFM (https://portal.cfm.org.br/ ) ou da SBCP (cirurgiaplastica.org.br), tendo o nome completo do médico.
Varia de acordo com a cirurgia que será realizada, mas são solicitados vários exames de sangue (hemograma, coagulograma, dosagens de eletrólitos e vitaminas, dosagem de marcadores da função renal e hepática, avaliação do metabolismo dos carboidratos, dosagem de colesterol, sorologias para diversas ISTs, dosagem de beta-HCG quando em idade fértil, dosagem de proteínas sanguíneas), avaliação cardiológica (eletrocardiograma, raio-x do tórax, avaliação de risco cardiovascular), exame de urina, etc.
Para uma boa cicatrização seu organismo precisa ter boa capacidade para produzir colágeno, elastina, proteoglicanos e diversos outros elementos que compõem a cicatriz. Isso só acontece se você tem níveis adequados de vitaminas (A,B,C e K), minerais (zinco, ferro, cálcio, magnésio), proteínas, glicose e água no corpo. Daí o papel de uma alimentação balanceada.
Tanto o fumo como o álcool afetam a fisiologia do processo cicatricial, do sistema imunológico e da regulação do edema (inchaço), podendo afetar negativamente várias fases do processo de recuperação pós-cirúrgica.
Depende do porte desses procedimentos. Em geral, deve-se evitar 2 procedimentos de grande porte em um único tempo cirúrgico, como mastopexia ou mamoplastia redutora + abdominoplastia. Mas é possível associar um procedimento de grande porte com outro de pequeno ou médio porte, como inserção de próteses mamárias + lipoaspiração de médio porte. Na prática, o ideal é que o tempo cirúrgico não ultrapasse 6 horas.
Taping é uma técnica utilizada por fisioterapeutas ou esteticistas no período pós-operatório imediato, onde se utilizam bandagens elásticas posicionadas estrategicamente sobre a região operada com a finalidade de reduzir a formação e acelerar a reabsorção de edema e equimoses, prevenir a formação de fibroses e trazer estabilidade e conforto ao paciente.
Repouso absoluto muito raramente será indicado. Praticar caminhadas, inicialmente leves e posteriormente mais intensas, reduz a possibilidade de trombose, melhora a função intestinal e respiratória, auxilia na eliminação do edema e no controle do peso, além dos benefícios psicológicos da atividade física com contato com outras pessoas e mudança de ambiente.
A tendência a queloides costuma se evidenciar somente após 1 ou 2 meses da cirurgia. Nesses casos a cicatriz começa a aumentar de volume, adquirindo consistência muito rígida e ultrapassando os limites do corte inicial. A coloração é escura ou arroxeada e com frequência há dor, coceira ou sensação de formigamento.
Depende um pouco de cada cirurgia, mas em geral oriento minhas pacientes a não se esquecerem dos seguintes itens:

• Malha compressiva

• Meia de compressão

• Curativos

• 1 troca de roupa para cada dia de internação (roupas fáceis de vestir e tirar)

• Chinelos

• Escova e pasta de dentes

• Escova de cabelo

• Sabonete

• Desodorante / perfume

• Maquiagem leve

• Documentos pessoais e relativos à internação

• Meios de pagamento

Para a maioria dos procedimentos e pacientes, após 3 meses você não terá mais inchaço, os tecidos já estarão em suas posições finais, já ocorreu a retração ou o relaxamento da pele. Esse é o final quanto ao tamanho e formato das estruturas que foram operadas. Somente as cicatrizes ainda sofrerão grandes mudanças, pois o processo de amadurecimento cicatricial demora até 18 meses para se concluir.
O retorno às atividades físicas é gradual. Depois de 1 semana você pode iniciar atividades leves como caminhada ou bicicleta ergométrica. Em 2 a 4 semanas, pode iniciar atividades de musculação para membros inferiores e após 8 semanas pode exercitar membros superiores, costas e peitoral também.
O perfil reflete a altura das próteses. Pode ser baixo, médio, alto ou super alto. Quanto mais alto o perfil, maior a projeção do colo. Mas a escolha da altura ideal da prótese não se baseia somente no desejo da paciente. É necessário equilibrar seus anseios com o que é tecnicamente e anatomicamente adequado para você.
Perfeitamente possível. É incomum a mulher que perde a capacidade de amamentação por causa dessa cirurgia. O mais importante é respeitar sua anatomia e inserir próteses com tamanho adequado, sem exageros.
Essa é uma regra que não existe mais há muitos anos. As próteses modernas não têm um prazo de validade predeterminado e só necessitam ser substituídas caso apresentem algum problema que não possa ser resolvido de outra maneira. O ideal é que você comunique seu cirurgião caso sinta algum desconforto incomum e faça uma avaliação anual, mesmo que esteja tudo bem, para que ele possa detectar precocemente quaisquer alterações que exijam atenção especial.
Eu, particularmente, sempre utilizo a via de acesso inframamária devido ao menor risco de complicações relacionado a ela.
Nas mamoplastias de aumento esse risco é muito pequeno. Na fase inicial do pós-operatório é comum haver alterações de sensibilidade que normalizam gradualmente à medida em que as mamas desincham.
As próteses inseridas por baixo do músculo têm menor tendência de queda com o decorrer do tempo, mas nem sempre é possível utilizar essa técnica. Depende de características individuais da pele e do tecido interno das mamas da paciente.
Durante o exame físico vários parâmetros anatômicos das mamas e da caixa torácica são medidos para determinar as opções de próteses mais adequadas ao seu biotipo. Não é uma escolha aleatória. Seus anseios e necessidades também são considerados. O importante é encontrar o equilíbrio entre seu desejo e o que é tecnicamente viável.
É uma técnica de reforço do sulco submamário (aquele sulco que marca o limite entre o fim da sua mama e o início do abdome), importante para reduzir a possibilidade de queda precoce das mamas.
Existe mais desconforto que dor. No pós-operatório imediato você vai fazer uso de anti-inflamatório e analgésicos, que são bastante eficientes no controle da dor. O incômodo mais relatado nessa fase é a sensação de estiramento da pele e o peso, ambos provocados pela presença das próteses. Isso vai reduzindo aos poucos à medida em que as mamas desincham e a pele relaxa para se acomodar à sua nova realidade. Quando as próteses são inseridas de baixo do músculo o desconforto é um pouco mais intenso por causa da contração muscular reacional. Por isso é muito importante que você siga as instruções e faça os tratamentos complementares indicados. Isso ajudará a reduzir o tempo de desconforto e facilitará a recuperação do organismo.
Não. Quando a quantidade e a consistência do seu tecido mamário permitem, é possível fazer uma nova mama somente com eles.
Depende muito de cada caso. Principalmente de quanta pele precisa ser removida. Na maioria das vezes, o T invertido é a escolha.
Em algum momento as mamas voltarão a apresentar alguma queda. Quanto tempo levará para acontecer depende do uso ou não de próteses, do plano em que essas próteses foram inseridas (por cima ou por baixo do músculo), dos seus cuidados com a manutenção do peso e com a saúde da pele, da ocorrência de gestação após a cirurgia e outros fatores. Mas dificilmente essa nova queda terá as mesmas proporções da flacidez inicial que motivou a cirurgia.
Na mastopexia é feita uma remodelagem profunda das mamas. As aréolas são redimensionadas e reposicionadas, os tecidos internos são realocados para criar um formato mais jovial, a pele em excesso é removida, próteses podem ou não ser utilizadas e o tamanho das mamas pode ou não se alterar. Na mamoplastia de aumento é feita somente a inserção das próteses mamárias, proporcionando maior volume às mamas, sem grandes alterações estruturais nas glândulas mamárias e pele.
Entre 2 e 3 meses, sendo mais significativo nas primeiras 3 semanas.
Pode, mas é preciso ponderar bastante sobre a possibilidade de redução da capacidade de amamentação em virtude das mudanças estruturais que a mastopexia faz.
Se seu trabalho não envolver o uso de força física, movimentos repetidos com os braços e exposição frequente ao sol ou a agentes contaminantes, 1 semana de repouso pós-operatório é suficiente. Caso contrário, poderá necessitar de até 2 meses de afastamento para esses tipos de atividade.
Por causa da mudança de posicionamento e do tamanho das aréolas, um percentual significativo das pacientes submetidas a mastopexia apresenta algum grau de redução na sensibilidade das aréolas e mamilos. Mas na maior parte dos casos essa redução é temporária, retornando gradualmente em 6 a12 meses. Uma parcela menor, em torno de 3%, pode ficar com insensibilidade total e permanente.
É obrigatório no primeiro mês, durante todo o dia e noite. Depois desse período e dependendo do grau de redução do inchaço, o tempo de uso pode ser reduzido, dando preferência ao período diurno. Geralmente a liberação completa ocorre ao completar o terceiro mês de pós-operatório.
Sim. Um exemplo é a “minimal short scar”, que utilizo em alguns casos. Mas o importante é que a técnica escolhida seja capaz de remover com eficiência toda a pele flácida. Caso contrário, na ânsia de reduzir o tamanho das cicatrizes a mama permanecerá com excesso de pele e voltará a cair em pouco tempo.
Os planos de saúde são obrigados a custear uma mamoplastia redutora quando o volume mamário é excessivamente grande, gerando danos documentáveis à saúde como deformidades da coluna, hérnias de disco cervical ou torácica, alterações posturais, dificuldades de locomoção, patologias inflamatórias ou infecciosas da pele mamária correlacionadas ao grande volume. É necessário conseguir comprovar que a cirurgia visa restaurar a saúde física, não sendo meramente estética.
Enquanto na mamoplastia redutora o objetivo principal é reduzir o volume das mamas, nas mastopexias a intenção é remover flacidez e reposicionar os tecidos mamários para conferir um aspecto mais jovial, podendo haver conservação, redução ou até aumento no volume.
O necessário para permitir uma redução significativa, mantendo o suficiente para reconstruir uma nova mama proporcional ao biotipo da paciente.
É possível que sim. Quanto maior a redução, mais provável que haja redução da capacidade de amamentar.
Vários fatores impactam na qualidade final das cicatrizes. Desde a situação nutricional e hábitos de vida da paciente a cuidados técnicos intra e pós-operatórios. É um processo complexo e conduzido em etapas. Você será acompanhada durante todo esse processo e receberá as orientações necessárias nos momentos oportunos.
O tamanho e o formato finais das mamas estarão consolidados somente após 4 meses da cirurgia. Já as cicatrizes levam até 18 meses para amadurecerem por completo.
Sim. As aréolas quase sempre são reduzidas para tamanho proporcional à nova mama.
Por causa da mudança de posicionamento e do tamanho das aréolas, um percentual significativo das pacientes submetidas a mastopexia apresenta algum grau de redução na sensibilidade das aréolas e mamilos. Mas na maior parte dos casos essa redução é temporária, retornando gradualmente em 6 a 12 meses. Uma parcela menor, em torno de 3%, pode ficar com insensibilidade total e permanente.
Não existe uma idade mínima, mas o ideal é que a mulher opere depois do amadurecimento do eixo hormonal feminino, que acontece em até 3 anos após a primeira menstruação, garantindo que o desenvolvimento mamário esteja estável. Na prática, a idade adequada é a partir dos 16 a 18 anos. Também é fundamental verificar o amadurecimento psicológico da paciente, já que a cirurgia provoca alterações irreversíveis e cicatrizes permanentes.
Se houver aumento significativo de peso ou gestação após a cirurgia, pode acontecer.
A ginecomastia implica em aumento da glândula mamária em homens. Sempre há um desequilíbrio hormonal envolvido, seja ele induzido pelas alterações fisiológicas (recém-nascidos, puberdade ou envelhecimento), medicamentos (anabolizantes, espironolactona, finasterida, cetoconazol, antidepressivos, alguns antibióticos e outros menos comuns), abuso de álcool ou drogas (maconha, heroína), obesidade, patologias renais, hepáticas ou tiroideanas, síndromes congênitas relacionadas à atrofia dos testículos (Sd. de Kleinefelter). Há ainda as ginecomastias sem causa definida (idiopáticas).
A cicatriz é pequena e discreta. Está posicionada de modo a seguir o contorno da metade inferior da aréola, resultando em formato de meia lua voltada para cima.
É muito raro que aconteça, mas possível. A glândula não é completamente removida, restando sempre a porção intimamente aderida à aréola. Assim, dependendo da causa e dos hábitos de vida adotados pelo paciente após a cirurgia, essa porção glandular pode voltar a crescer.
Sim, durante 1 a 2 meses, dependendo da velocidade de redução do inchaço.
Na pseudoginecomastia o aumento de volume da mama acontece exclusivamente por acúmulo de tecido gorduroso, não havendo a hipertrofia glandular como na ginecomastia. Nesses casos a condição pode ser completamente revertida com o emagrecimento, sendo muitas vezes dispensável a intervenção cirúrgica.
Sim, desde que seja possível comprovar a condição e os danos à saúde. Já nos casos de pseudoginecomastia essa cobertura não é obrigatória.
Entre 30 e 45 dias, dependendo da recuperação de cada paciente.
Mesmo nas ginecomastias verdadeiras costuma existir uma camada mais espessa de gordura ao redor da glândula mamária. Essa camada pode ser removida através da lipoaspiração.
Pode haver alterações de sensibilidade no período inicial do pós-operatório, mas é muito rara a perda definitiva. Geralmente a sensibilidade se normaliza em até 6 meses.
É necessário evitar atividades físicas nos primeiros 7 a 10 dias. Depois, recomento caminhada ou bicicleta ergométrica. Com 15 dias já é possível retornar à musculação para membros inferiores e depois de 30 a 45 dias, incluir membros superiores, costas e peitorais. É aconselhável não dirigir nos primeiros 10 dias e evitar dirigir em viagens longas por 30 dias. Atividades como leitura, digitação, cozinhar e outras que não exijam esforço significativo da musculatura peitoral não sofrem restrições.
Sim. Os termos são sinônimos: mama extranumerária, mama acessória, mama supranumerária e polimastia se referem à mesma condição — presença de tecido mamário além das duas mamas principais.
O tecido extranumerário é, em sua essência, tecido mamário normal e o risco de malignização é baixo. No entanto, como todo tecido mamário, pode sofrer alterações — por isso é importante o acompanhamento com mastologista e exames de imagem periódicos.
A cirurgia não é obrigatória. A indicação depende do grau de desconforto físico (dor, irritação, inchaço cíclico) e do incômodo estético. Muitas mulheres optam pela remoção quando os sintomas impactam a qualidade de vida ou a autoestima.
É um procedimento relativamente simples, realizado com anestesia local ou sedação. O cirurgião faz uma incisão na prega axilar (ou na região onde o tecido está localizado) e remove o tecido glandular acessório. A duração é de cerca de 1 a 2 horas.
Não. A incisão é feita estrategicamente na prega natural da axila, o que torna a cicatriz extremamente discreta — muitas vezes imperceptível quando o braço está abaixado. Com os cuidados adequados e o tempo, a cicatriz tende a ficar significativamente mais discreta.
Sim. É comum que o ultrassom mamário com avaliação axilar identifique o tecido extranumerário, muitas vezes como um achado incidental. Por isso é importante que toda mulher inclua a avaliação das axilas nos exames periódicos.
Sim. Por ser tecido mamário funcional, a mama extranumerária responde aos estímulos hormonais do ciclo menstrual, podendo aumentar de volume, ficar dolorida ou mais sensível no período pré-menstrual, durante a gravidez e na lactação.
Não. A remoção é cuidadosa para preservar estruturas nobres como vasos linfáticos e nervos. A recuperação é tranquila e, após cicatrização, não há restrição de movimentos ou impacto na funcionalidade do braço.
Se a remoção cirúrgica for completa, a chance de recidiva é extremamente baixa. O importante é que o procedimento seja realizado por um cirurgião experiente para garantir a exérese total do tecido glandular.
Muitos convênios médicos cobrem a cirurgia de remoção de mama extranumerária quando há sintomas associados (dor, desconforto, irritação recorrente). É necessário um relatório do mastologista ou cirurgião plástico indicando a necessidade funcional.
Próximo passo

Sua transformação começa com uma conversa tranquila.

Agende uma avaliação e descubra como pode ser uma jornada com segurança técnica, escuta verdadeira e acompanhamento até o final.